sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Nordeste Independente

Apesar de estar distante, agrada-me Ribemboim;
Voltaria para casa a fim de ajudar a curar as minhas raízes...

Quase sempre me cansam os ilhados ilusores,
Os que colonizam por dentro e os que coronelizam por fora,
Chupam da terra sagrada os frutos e cospem as cascas
Para o artesanato de quem faz mais do que pode.


Mas meu nome é Brasil, meu caro;
Mesmo perdido num centro cego, meu nome é Brasil,
Mesmo multicultura na retidão torta, meu nome é Brasil.