domingo, 3 de agosto de 2008

Novembro Não Tem Nome

Respiração que me acompanha quase muda,
Ordenando-me para que acumule o passado em qualquer sentido.
Ferida antiga ainda sem cicatrização,
Mácula de um lábio que não ousa a abstinência;
Ninguém se perde igual a mim neste sabor adstringente,
Nesta falta de si mesma para si mesma rendida ao hedonismo.