quinta-feira, 24 de julho de 2008

Pedrinho

Pedrinho, garoto travesso de dezesseis, sentou-se defronte ao seu computador de processamento quântico e escreveu um programinha em linguagem orientada a objetos, um programinha para a emulação de um universo em oito dimensões. Definiu os parâmetros para o início do processo caótico, compilou a sua criação, executou e bum! Um bilisegundo seu para um milhão de anos do universo criado; estrelas e outros astros; civilizações e as suas respectivas culturas: tudo aglutinado sem o seu controle, todos confiantes que o tudo está entre o céu e a terra.