domingo, 30 de novembro de 2014

Der Einzige und sein Eigenthum

"Há tanta coisa a que ter ser a minha causa! A começar pela boa causa, depois a
causa de Deus, a causa da humanidade, da verdade, da liberdade, do humanitarismo,
da justiça; para além disso, a causa do meu povo, do meu príncipe, da minha pátria, e
finalmente até a causa do espírito e milhares de outras. A única coisa que não está
prevista é que a minha causa seja a causa de mim mesmo! 'Que vergonha, a deste
egoísmo que só pensa em si!'

(...)

E que se passa com a humanidade, cuja causa nos dizem que devemos assumir
como nossa? Será a sua causa a de um outro, e serve a humanidade uma causa superior?
Não, a humanidade só olha para si própria, a humanidade só quer incentivar o progresso
da humanidade, a humanidade tem em si mesma a sua causa. Para que ela se desenvolva,
os povos e os indivíduos têm de sofrer por sua causa, e depois de terem realizado
aquilo de que a humanidade precisa, ela, por gratidão, atira-os para a estrumeira da
história. Não será a causa da humanidade uma causa... puramente egoísta?"

Max Stirner

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

What are you trying to say, Barry?

"(...) yesterday, millions of Americans -- Democrats and Republicans, women and men, young and old, black and white -- took the time out of their day to perform a simple, profound act of citizenship."

Obama's PsyOps

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Populismo

Esse país se perdeu do conceito de República em 1932, de lá pra cá as pessoas aderiram a um desejo íntimo pelo populismo que não importa se é de direita ou de esquerda, mas ambos os "populismos" rezam pela regra de que precisamos de um "grande líder" que resolva todas as coisas, inclusive a moralidade do povo.

Hoje em dia, enquanto o populismo de esquerda cultua a figura do Lula, um homem que faz elogio à ignorância, a direita está tão perdida, sem líderes pra nutrir o seu populismo, que cultua nomes como Bolsonaro, um bobo da corte arrogante.

Estamos chafurdando na falácia de que o Estado tudo provê por quase um século (mais 18 anos e fecha a conta), mantendo um capitalismo de compadres que, em nome da direita ou da esquerda, nunca permitiu ao povo brasileiro a chance de ser apenas livre.