quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Tributo

A maçante discussão entre keynesianos e neoclássicos sobre o que é justo realmente não trata de liberdade, não trata de indivíduos; são buscas fálicas pelo melhor resultado científico aos olhos daquilo que não se importa com ciência, sequer suspeita da arquitetura. Simples seria um percentual a escolher após o voto no líder: entre 0 e 50, o que ceder à coisa do povo.