quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Amélia

Ó, imprecisão do tempo a cultivar soluços dos observadores assustados com tão delicada aparência, latente suave a inserir-se obumbrada entre a suposta realidade que me cega! Calha o meu peito com o seu sangue imerso em seu querer e ação agressiva dizimando as horas em fração de sentido, corrompendo a vida em suspiro esquecido!