quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mumbai

Da península nada vejo além do mundo em pedaços,
Os fragmentos bronzeados do que cremos em si
A caírem ao chão e ricochetearem ao céu até a morte (ou o repouso).

Cala-se a regra daqui
De quieto o mundo após o estrondo,
De despertado o medo frio de uma repetição
Disso tudo,
Desse todo.