terça-feira, 19 de julho de 2011

Zoroastro XXI, a merda que faltava

Rebolando loucamente pela porra da tendência,
Por algum valor ao fim da própria vida esvaída em células,
Chupou a língua da ciência mais popular que julgou
Como se existisse o fato isolado em si
A demonizarmos às chamas purificadoras.

Pobre diabo sou eu,
Então,
Que tô pouco me fodendo pro meu bairro
Em meu hiato de visão que recomeça perto da fronteira.