quarta-feira, 29 de junho de 2011

Da Experiência no Universo Linear

Como determinar a transformação à experiência em um ambiente virtual, onde o indivíduo sofre um aporte da sua identidade física para um personagem amplo às pré-configurações de expressão e limitado às percepções visuais e sonoras da arquitetura restrita de programação da tecnologia disponível atualmente, se a mudança compartilhada à sociedade pertinente à sua busca se baseia apenas ao próprio ambiente virtual?

Esqueçamos a tecnologia sandbox e adentremos nas possibilidades da tecnologia linear baseada no cliente múltiplo massivo, onde o indivíduo seleciona uma gama finita de possibilidades para compor o seu personagem, a sua chave de conexão com o universo regulado como um parque temático onde a experiência determina quão importante o mesmo é numa meritocracia de feitos ordinais, e, amparados na progressiva adesão de usuários nesta arquitetura há tempos popular em todo o mundo, podemos afirmar relativamente que a experiência programada e segura é facilmente aceita por grande parcela demográfica que, mediante um universo real que é engessado em regras de comportamento, surge como fuga à aleatoriedade mordaz na vida do ente social.