quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

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É engraçado como alguns elementos que respondem a estímulos pré-concebidos tentam copiar uma suposta mística que os difere dos progenitores no que tange a direção da evolução de ocupação: o migrar da criação destrutiva de quem foi derrotado pelo mainstream para a repetição auto-destrutiva de quem se comporta feito uma bactéria benéfica ao mesmo.

Eles gritam a full caps lock como se fossem os genes dominantes daquele marasmo que aceitam como revolução, mas só são os bacilos limpando os intestinos da arquitetura; talvez os mais espertos, mas esperteza, no caso, é conseguir digerir bem a merda que os cerca.