domingo, 10 de outubro de 2010

Política do Amor

Por espreitar fúria em seu corpo delgado,
Indícios de ânima envenenada às paixões,
Deixei o presente das coisas em si me furtarem a vida
Decidindo as vias de meu mundo sem mim.

- Amor é doença! - pensei. - Tal como a enfermidade, dá-me novos rumos, muitas vezes rumos rotos e sombrios ou, quiçá, apenas a via dos animais ornada de carícias a mim mesmo. - julguei.