terça-feira, 7 de setembro de 2010

A Eremita

Convivendo com a literatura limitada a causá-la vincos,
A malária a visitá-la quinzenalmente,
Os sapos ressabiados por sua presença,
O sol escondido pelas copas das árvores
E a fome estancada com o veneno em doses apenas letárgicas,
Sentia-se mais feliz que na urbe natal,
Considerando falta só o calor e o toque doutrem.