domingo, 16 de maio de 2010

Duplicatas de Veneno


Pois bem,
Continuarei construindo alegorias a fim de suavizar meus processos bioquímicos
Crendo que este mar as veja e se agite em burburinhos,
Contendo-me ao esbravejar da sombra a repetir:
"Não se mostre, cadela!",
Porém,
Sanada de quase todos os magnetismos hormonais,
Exceto o que da falta abre a clareira para o sentido de continuar enforcada por mim mesma,
Mostro o pedaço de mim que esta treva semialumiada permite
Para ejacular meu ácido neste meu mundo hospedeiro.