sábado, 8 de maio de 2010

Amada Louca para Despir o Vestido de Trevas

Despe-me, luz;
Cega eu me entrego infeliz,
Tateante pela recordação - de meu amado -
Nos braços e barrigas rijas de quem não interessa ao meu calor!

Cospe-me pura de mim,
Latejante de instintos,
Sôfrega por colapsos do mundo em meu ventre-
Crente da minha astúcia!