domingo, 18 de abril de 2010

Ponto de Emissão

Não é a morte que se opõe à vida,
Mas o processo abortado,
A retranca validada,
A censura dum pai doutrinador.

Não é o silêncio em seguida que obumbra o sonho,
Mas o escapar-se do estrondo,
Do pesadelo permanecendo acordado,
Do destempero a cobrir próprio instinto.