quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A Coisa Hilária de Triste

- Pim, pim, pim! - sem dar trégua ao martelo
E à corda também...
Confeitada pela caganeira pseudo-epistemológica,
A torta, toda torta, só servia àquilo mesmo,
Peça de cenografia,
Clímax de pastelão.

Assim,
Seguindo a feiura sem dor de Federico,
Tinha que ter a gorda medonha a crer-se Rapunzel ou Juliet,
Aquela que toda fé é crida no simulacro da atabalhoada ventura,
Pois somos gente e cultivamos a nossa própria miséria
Em troca de uma gargalhada libertadora.