terça-feira, 21 de julho de 2009

Ιθάκη

Do sorriso singelo à gargalhada,
E esta, então, desesperada,
E isto, assim, desfalecido ao tremor dum entristecer-se magoado...
Quem entenderia a tecelã?
Se a reptaram à distopia da aniquilação,
Dignidade usurpada e filho escravizado,
Quem entenderia, tecelã?