sábado, 11 de abril de 2009

Desde o Mesmo, desde Sempre

Eu não valho nada,
Posso acabar num suspiro mal dado
Ou desintegrar as minhas medidas das coisas do mundo.

Eu não calho triste...
Mesmo calhando-me de lágrimas
E isto vindo a calhar,
Eu não me calho.

Desde o mesmo coice a repetir-se imenso no universo,
Uma curva monstro que pequenina também esmaga o coração menor que o mundo
Mas nunca desaparece,
Procuro algo em rituais que ouvi de iguais - certos da sua loucura.