sexta-feira, 27 de março de 2009

Vino Blanco

A minha valsa mendicante,
Por auras pedinte,
Algures tão certa,
Grafa passos bêbedos de propósito...
A propósito,
Não anote razões para a minha mesquinhez,
Não proclame a minha subversão à inocência,
Pois o desengonçado das sequências forqueadas é para dizer que amo.