domingo, 22 de março de 2009

Vão-Se (...)

- ¡No tenga vergüenza,
Estoy aquí! - disse-me sem hesitar.

- Não sei se quero mais,
Madame.

- ¿Por qué dices eso? - irritou-se.

- Não consigo.

- Sí, puede. ¡Sonrisa y abre la puerta, vamos! - ordenou-me impaciente.

Abri a maldita porta e lá estavam,
Uns por cima dos outros;
No azedume daquele odor pestilento
E depois na sujeira que persistiu por mais de um mês,
Ficou todo o pudor que um dia cri que tive.