sábado, 7 de julho de 2007

Desalinhado

Importas-te se vejo o que não existe?
Abusas-te a falácia de um mundo triste?
Não sei se devo corromper-te, amor...
Não sei se quero perfumar o odor
Que exala destes cadáveres azuis
Desenterrados pelo som da tua voz.