segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

A Destruição do Ser



Ter-me como desacreditado,
Um egoí­sta ébrio…

Deixe-me em paz,
Entretanto preciso de nossa guerra!

Não me julgue:
Eu sou a ilusão da posse,
O nosso que é o meu ideal.

Mesmo que não pareça nobre,
Nunca fui tão sincero.